Sobre mim

Uma vida entre línguas, textos e teclados.

Tradutora desde a graduação, pesquisadora por vocação. Costumo dizer que escolhi profissões que exigem o mesmo gesto: ler devagar.

Cresci em Guarulhos, São Paulo, no meio de duas estantes desordenadas: a do mestrado em educação da minha mãe e da de livros teológicos para dar aula na EBD dos meus pais. Acabei aprendendo a transitar entre as duas, e foi assim que cheguei à tradução: como quem traduz entre cômodos da própria casa.

Hoje vivo em Vitória, Espírito Santo, divido a semana entre o mestrado em teologia, projetos de tradução e revisão para revistas acadêmicas e alunos e trabalhos de localização para empresas que cuidam do português que oferecem ao usuário. Toco violão mal, piano razoável e leio bem.

Acredito que o tradutor é, antes de tudo, leitor...e que cada projeto merece o tempo de uma conversa inteira antes da primeira frase.

Caderno aberto com anotações manuscritas

Formação

Onde aprendi a ler.

  • 2027Mestrado em Estudos Bíblicos e Teológicos Aplicados — FTSA, Londrina (em andamento!)
  • 2026Formação em Assistente Editorial — Universidade do Livro
  • 2022Bacharel em Letras (Tradução) — USJT, São Paulo.
  • 2018Certificação Livre em Teologia (Educação Cristã e Missiologia) — SBPV, Atibaia, São Paulo.

Coisas que eu gosto

Pequeno inventário afetivo.

Estudos Sociais & Teologia

A teologia que faz sentido é a teologia que nasce no chão da vida. A intersecção entre a sociologia e a teologia se mostra a cada dia o campo mais vasto e bonito de estudo.

Literatura Distópica

Tento ler de todos os gêneros possíveis, mas entre eles aquela distopia que te faz questionar se a realidade atual é história ou ficção sempre me prende até a última página.

Novelas

​O hobby que aprendi com meus pais. Sejam as novelas atuais, seja assistindo uma novela dos anos 80 ou 90 eu sempre vou ser a amiga que sabe todas as fofocas dos atores e atrizes brasileiros.

Swiftie de Carteirinha

A minha história com a tradução começa em 2009, sentada no computador do meu quarto ouvindo as músicas da Taylor Swift e tentando escrever a letra sozinha e depois tentando traduzi-la para comparar com a tradução no Vagalume. Eu aprendi inglês com a loira e ela me mostrou a minha vocação.